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Secretário da Smic no lançamento da OCS

Em 2010, nas ações em Agroecologia, a extensão rural em Porto Alegre, priorizou a organização para o cadastramento e a elaboração do plano de manejo das unidades de produção, pois os produtores da capital, em sua grande maioria, comercializam sua produção diretamente em Feiras Agroecológicas e pontos de oferta da cidade.

Conforme Lei n° 10.831 de 23 de dezembro de 2003, Instrução Normativa n° 64 de 18 de dezembro de 2008 e Instrução Normativa n° 19 de 28 de maio de 2009, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA, que regulamenta a produção animal e vegetal em sistemas orgânicos, todos os produtores rurais necessitam estar cadastrados e/ou certificados junto ao referido Ministério para poderem comercializar seus produtos.

Organização  - Conforme o chefe do escritório municipal da Emater/Ascar, Luís P. Vieira Ramos, o processo de organização para a certificação está sendo realizado, fundamentado na participação, na transparência e na experiência acumulada dos grupos existentes. “São debatidos objetivos, princípios, valores e Mecanismos de Controle Social da Conformidade Agroecológica da Produção”. No momento, as famílias estão construindo mapas e reunindo dados de suas propriedades para fins de elaboração dos planos de manejo.

Foram realizadas, desde o mês de janeiro, 11 reuniões e plenárias, que contaram com a participação de 46 produtores dos municípios de Porto Alegre e Viamão, além de consumidores e técnicos da Emater/RS – Ascar, PMPA/SMIC/CAD, PMPA/SMAM, PMPA/SMS, MAPA, UFRGS e Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio – SEAPPA.

Lançamento oficial - Durante a programação da Semana Nacional do Alimento Orgânico, foi realizado no Centro Agrícola Demonstrativo (CAD), no dia 25 de maio, o Lançamento Oficial da OCS Porto Alegre, em um Almoço Agroecológico. Esta atividade contou com a presença do Superintendente Federal de Agricultura no RS – SFA/RS – MAPA, Francisco Signor e do Secretário Municipal da Produção Indústria e Comércio – SMIC,  Valter Nagelstein, acompanhado do Diretor de Fomento Agropecuário – DFA, Antônio Bertaco.

A divulgação desse trabalho também foi realizado durante a Feira “Brasil Rural Contemporâneo”, no Cais do Porto, entre os dias 13 e 16 de maio. Os agricultores agroecológicos divulgaram e comercializaram os seus produtos no evento promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, proporcionando grande visibilidade à agroecologia e ao processo de organização dessas famílias.

por simone moro – simoneprisma@gmail.com

Atualmente, muitas mulheres estão adiando o desejo de serem mães, preferindo antes investir nos estudos, na carreira profissional, ter situação financeira mais sólida, querem aproveitar para viajar, enfim, os motivos são muitos. Umas engravidam depois dos 30 anos, já outras vão mais longe, realizam o sonho da maternidade depois dos 40, quando não esperavam mais ter filhos.

Depois dos 40 - Aos 45 anos de idade, a funcionária pública estadual, Isabel Pacheco, se deparou com uma grande surpresa do destino. Pensando que estava sentido os sintomas da menopausa, fez exames médicos e descobriu que estava grávida. “Para mim foi uma surpresa, ainda mais quando descobri que eram gêmeas”.

Mãe em dose dupla, sua vida mudou completamente.  Isabel lembra que nos primeiros meses foi difícil, pois somente o casal não dava conta, precisava constantemente da ajuda da avó. “Para mim, ser mãe é maravilhoso. Os nossos valores mudam e acabamos reordenando a nossa vida com a inclusão delas nas nossas atividades.”

Carreira  - Com relação a sua carreira profissional, teve que diminuir o ritmo. Nutricionista, funcionária pública e ainda empreendedora na área de turismo rural ao lado do marido no seu sítio, optou por reduzir as atividades para ficar mais tempo com as crianças.  Hoje as meninas estão com quatro anos de idade e aos poucos vai retomando as suas funções.

Para Isabel, o conhecimento e a experiência que a mãe tem com a maturidade, trazem outra visão sobre a vida que consequentemente vai influenciar na educação dos filhos. “Tenho mais paciência e compreensão para lidar com as minhas filhas”. Isabel ainda ressalta que o importante é os filhos terem uma boa base familiar. “Isso é fundamental para a formação deles”.

Disposição- Quem pensa que a tendência de uma mãe depois dos 30 é ter pouca energia ou disposição física, está enganado. A pediatra, Marilza Ferraz, que há 35 anos acompanha inúmeras crianças e mães, afirma que a vitalidade e a energia não depende da idade e sim da mente da mãe. Uma mulher na faixa dos 30 e 40 anos hoje em dia é uma mulher jovem e ativa e pode acompanhar os pequenos, basta estar disposta e ter boas condições de saúde.

Depois dos 30 - É assim que se sente a cabeleireira e manicure Amália Ribeiro, aos 55 anos de idade, sempre jovial e atualizada para acompanhar a filha caçula de 17 anos. Também concorda que ter filhos depois dos 30 é bem diferente do que quando se é mais nova. “A gente está mais madura, pensa melhor sobre as atitudes”. Depois de ter dois filhos, quando ainda era muito jovem, aos 17 e depois aos 19 anos, teve o seu terceiro filho aos 38 anos de idade. “Foi o melhor presente que tive na vida, pois estava passando por um momento difícil e ela veio para me dar força.” E ainda faz questão de salientar “Se eu pudesse voltar atrás, teria todos os meus filhos depois dos 30”.  Amália ainda ressalta que a maturidade refletiu na educação da sua filha que se tornou responsável e madura muito cedo. “Acho bom isso, nesse mundo de hoje, quanto mais maturidade melhor preparado se está para a vida”.

Desejo planejado - Marilza Ferraz, com sua larga experiência em pediatria, avalia que realmente há muita diferença em ser uma mãe com mais idade. “Elas são mais maduras, possuem um cuidado especial e são mais atentas. Além disso, há uma aceitação maior, pois o nascimento do bebê foi planejado.” Recentemente, uma cliente aos 43 anos de idade, chegou

Na segunda edição do programa Domingo no Campo, o roteiro pelos Caminhos Rurais de Porto Alegre passou pelos bairros Belém Velho e Lageado no dia 18 de abril.

Passeio por parreirais - As 44 pessoas que participaram do passeio tiveram a oportunidade de passear embaixo dos 250 pés antigos de uva que formam o parreiral do Sítio Dom Guilherme,em Belém Velho, além de colheram nozes sob a frondosa nogueira. “É muito bom colher nozes e ver aqui esse sistema antigo de parreiral que precisa ser preservado”, disse o Sr. Gelatti que estava dando uma receita de remédio caseiro feito com as cascas das nozes.

O grupo conheceu de perto a cantina, onde o produtor César Pastro explicou como são feitos os vinhos. José Moacir gostou muito de ouvir sobre o processo de fabricação. “Conheci inúmeras cantinas na Europa e na serra gaúcha, mas essa é a primeira vez que tenho uma aula de vinho artesanal”. Após a conversa, houve  a esperada degustação dos vinhos e sucos e vendas de produtos caseiros produzidos no sítio.

Café Campeiro - Na hora do almoço, os turistas se dirigiram ao Sítio Encantado, no mesmo bairro, onde foi servido um variado café campeiro com produtos elaborados no próprio local. Muitos ainda aproveitaram para passear pela propriedade de 2 hectares, entre os açudes, mata nativa e os cavalos e cabras. A carioca de 89 anos, Stela Spritzer, estava acompanhada com sua filha pela primeira vez nos Caminhos Rurais. “Gostamos do campo, é muito gostoso esse clima e essa paisagem rural”.

Verduras fresquinhas da roça – À tarde o passeio prosseguiu na Chácara Malinski, no bairro Lageado, onde a família Malinski recepcionou os visitantes com uma aula demonstrativa sobre produção de hortigranjeiros, dicas de alimentação saudável e testemunho de vida pelo trabalho na terra. Foi servido o tradicional suco verde, que teve boa aceitação, pois muitos repetiram a dose. Todos encantados com as belas alfaces, puderam levar verduras fresquinhas da horta. “É maravilhoso esse passeio e ainda estou aproveitando para comprar essas alfaces fresquinhas”, afirmou Marilza, com suas sacolas de verduras na mão.

No final do roteiro, uma surpresa a mais foi oferecida ao grupo. Ao atravessar a estrada em frente à chácara, puderam conhecer o Atelier de Arte em Ferro do artesão Luís Fluiscek. A loja expõe uma variedade de obras de arte feitas a partir do reaproveitamento de sucatas e objetos antigos juntamente com as peças artesanais da esposa Mara.

O retorno tranquilo aconteceu no entardecer da cidade e os visitantes levando um pouquinho do gostinho rural para as suas casas.

Domingo no campo acontece todos os domingos

Embarque: Brique da Redenção, Av. Oswaldo Aranha, próximo ao SAT do Mercado Bom Fim.
Horário: 10h, com retorno às 17 h.

Pacote inclui: transporte de turismo, guia acompanhante e ingressos nos locais visitados.

Custo por pessoa: R$ 55,00. Almoço opcional R$ 15,00
Crianças até 05 anos (acompanhada): cortesia, desde que não ocupe assento.
Crianças de 06 até 09 anos: pacote R$ 50,00 – Almoço opcional R$ 12,00

Vagas limitadas

O ingresso do passeio poderá ser adquirido no local do embarque ou por meio de reserva com agência pelo e-mail alo@rotacultural.com.br ou pelo telefone (51) 3348.1649.

Está em andamento a regulamentação da produção orgânica no país de acordo com as leis implantadas pelo Governo Federal. Assim a certificação está sendo uma exigência para atestar que determinada propriedade está em conformidade com a Lei Orgânica e as Instruções Normativas de Produção Animal e Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), garantindo que os alimentos produzidos e comercializados são realmente orgânicos.

Garantia da qualidade orgânica é realizada de três maneiras

O representante do MAPA, engenheiro agrônomo, José Cleber Dias de Souza, esclarece que o produtor orgânico, sozinho ou em grupo, para comercializar em pontos de vendas, como mercados, lojas e restaurantes, precisa ter o selo de certificação fornecido, ou por uma Certificadora (empresas) credenciada no Ministério da Agricultura, ou por uma OPAC – Organismo Participativo de Avaliação de Conformidade, também credenciada no MAPA, que assume o controle e a fiscalização das atividades orgânicas desenvolvidas num Sistema Participativo de Garantia (SPG), constituído por consumidores, técnicos, produtores e organizações sociais.

No caso do agricultor familiar que apenas realiza a venda direta ao consumidor, a lei não exige o selo. Porém, para provar que seus produtos são orgânicos, precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social – OCS, cadastrada no Ministério da Agricultura. O credenciamento, que teve o prazo prorrogado, deverá ser realizado até o final de 2010.

Definindo as diretrizes do grupo

Uma OCS pode ser uma associação, cooperativa ou consórcio, capaz de zelar pelo cumprimento dos regulamentos da produção orgânica. “Numa OCS é importante a coesão, confiança mútua e cooperação entre os participantes,” salientou José Cleber.

Em Porto Alegre, o escritório municipal da Emater/RS-Ascar, está orientando esse processo junto aos grupos de agricultores orgânicos que já assiste há anos -  Apel, Herdeiros, Pró-Lami, Portal Mãe Terra, Apressul, Essência da Terra, entre outros produtores. “Estamos no processo de criação de uma OCS. Através de diversas reuniões com os produtores, estamos definindo as bases da linha de atuação do grupo, os objetivos e parâmetros de como vai ser esse mecanismo de avaliação e controle”, explica o extensionista rural da Emater/RS – Ascar, Luís P. Vieira Ramos.

Paralelo a isso, está em andamento a formação de uma OPAC na região dos Sinos, na qual fazem parte representantes de produtores da capital, além de técnicos, consumidores e entidades afins.

“Estamos avançando em cada encontro, definindo mais claramente os critérios de regulamentação da produção orgânica que deverão ser cumpridos na nossa região,” avalia a produtora rural do Lami, Silvana Bohrer.

Cume da Canastra Alta

No feriado de Páscoa, estivemos no Refúgio da Canastra, no interior de Canela-RS. Escaladores aproveitaram o feriado para escalar o Pico da Canastra.

O local, próprio para turismo aventura, fica a 15 Km de Canela pelo caminho mais curto. O ideal para quem vem de Porto Alegre é entrar na Linha Café em Três Coroas e ir apreciando as belas paisagens da subida da serra. Veja no mapa refúgio da canastra.

Aproveitamos também para tomar um banho gelado de cachoeira.

Geologia – O Pico da Canastra foi formado a partir da erosão que dissecou a superfície que nivela o topo da Serra Geral. A região onde fica este pico é na borda do Planalto, onde ele se quebra e perde altitude drásticamente.  O resultado foram vales profundos com vertentes abruptas onde é normal aflorar a rocha regional, no caso o basalto.

O vale onde fica o pico da Canastra é este caso. Em sua vertente esquerda o desnível e muito abrupto e lá afloram paredões de basalto muito verticais. O Pico é um morro testemunho, pois ele mais saliente que o resto do paredão, entretanto a ação da erosão do Quaternário separou ele do resto da parede de forma que ele se isola, formando uma agulha de cerca de 200 metros de altura do nível médio do vale.

Veja algumas fotos no link do álbum de fotos:

http://picasaweb.google.com.br/simoneprisma/SerraCanastraCanelaRS?feat=directlink

Pioneirismo

Março é a época da colheita do Kiwi, uma fruta de sabor exótico, rica em nutrientes e vitamina C, mas pouco cultivada nos pomares da capital. Entretanto o produtor Gilberto Silveira apostou na produção econômica do fruto e decidiu investir na ampliação do seu cultivo.

Apaixonado por Kiwi, Gilberto possui em sua propriedade em Belém Velho, um parreiral antigo de 12 anos de idade, com oito pés do fruto, que produz em média 25 kg por pé. “Esse ano, devido ao excesso de chuvas, a produção diminuiu um pouco”.

Expansão - Há dois anos, a produção foi ampliada com o plantio de 500 pés da variedade Bruno. Como o Kiwi gosta de clima frio, o produtor optou por essa espécie que precisa de apenas 200 horas de frio para produzir bem. O investimento também incluiu sistema de irrigação por gotejamento, com mangueiras aéreas, postes de eucalipto tratados, arame especial para cultivo aéreo e reservatórios de água. Todas as etapas do processo são  supervisionadas por um técnico especializado. “Esse grande investimento eu recupero no primeiro ano de colheita”, explicou.  A produção inicia após o quarto ano do plantio. Assim daqui a dois anos, Gilberto espera colher cerca de 10 toneladas de Kiwi.

Motivação - O produtor apostou nessa fruta devido a sua maior durabilidade e fácil manejo. “As outras frutas são frágeis, possuem tempo curto entre a produção e a venda. Já o Kiwi, após ser colhido, pode ser conservado por seis meses sob refrigeração e, se permanecer em câmara fria, vou ter produto para vendas até a próxima colheita.” Além disso, esse fruto não tem predador e assim não precisa usar inseticidas ou produtos químicos.

Diversidade produtiva - Mas a propriedade não produz apenas Kiwi. Em três hectares de área, há também inúmeras frutíferas. Entre os pés de caquis e goiabas, há 600 pés de laranjas, 280 pés de uva francesa branca e preta e recentemente ergueu mais um parreiral com 100 pés de uva rosa. O sítio que seria apenas para lazer, acabou se tornando uma grande atividade econômica para a família.

Comercialização – As frutas são comercializadas nos pontos de venda da Praça da Alfândega, no Largo Glênio Peres, em alguns mini-mercados e nos domingos é possível encontrar a família na feira do produtor do Brique da Redenção, onde o consumidor tem a oportunidade de degustar e adquirir Kiwi direto do produtor. “Não tem quem não goste”.

Gilberto faz parte do Conselho Fiscal do Sindicato Rural de Porto Alegre e afirma que ao se associar o sindicato lhe ajudou muito. “Abriu esse leque de opções para mim e deu apoio e orientação ao desenvolvimento produtivo do sítio”.

Escolinha Casa do Pequenino

Desde 1907, o Instituto Espírita Dias da Cruz vem cumprindo o seu papel de dedicação e amor ao próximo. Ajudando aqueles que estão em busca de conforto espiritual, carinho, atenção ou de um abrigo para dormir, um alimento para saciar a fome e até mesmo de um empurrãozinho para seguir a vida com mais esperança e entusiasmo.

Uma casa centenária, localizada no coração da Azenha, na esquina entre a movimentada av.Ipiranga e a av. Azenha. Milhares de pessoas passam pela frente, mas não sabem todo o trabalho que é realizado atrás dos altos portões que escondem mais de cem anos de história.

O atual presidente do Instituto, Wilson Uchoa Collares, que está na casa há nove anos, explica como é o funcionamento da instituição e como ela se mantém por tantas décadas, apesar das grandes dificuldades.

Escolinha infantil -  A Casa do Pequenino é uma escola de educação infantil que atende cerca de 160 crianças, desde os 4 meses até os 6 anos de idade. São crianças de famílias de baixa renda que ficam bem assistidas por uma equipe de profissionais, enquanto suas mães trabalham. Dispõe de área de recreação, recebem quatro refeições diárias, atividades pedagógicas educacionais e recreativas específicas para cada idade.

Albergue Dias da Cruz – Wilson conta com satisfação que o albergue, desde 1931, quando foi criado, nunca deixou de funcionar. Diariamente são atendidos a partir das 19h, 100 usuários, sendo 68 homens e 32 mulheres em áreas separadas. O instituto oferece para cada albergado, banho, jantar e café da manhã, e também serviços de assistência social e médico.

Doutrina espiritual – Na instituição acontecem palestras, passes, atendimento fraterno, cura à distância, evangelização da infância e da juventude, visitação a doentes, cursos sobre a doutrina espírita, estudo do evangelho e mediunidade, além da evangelização somente para as crianças da creche.

Departamento de Assistência e Promoção Social – Atende os albergados e as crianças da escolinha. Faz doação de roupas, calçados e mantimentos; organiza o “Balcão de Emprego”; realiza atendimento psicológico, médico e dentário através de voluntários. Organiza eventos para arrecadar recursos, como chás, almoços e jantares beneficentes, feira de variedades – novos e usados. Administra o posto de vendas de livros espíritas e o empréstimo de livros da biblioteca.

Departamento de Assuntos da Família – criado recentemente para incentivar e orientar cultos do evangelho no lar, com ações dirigidas ao círculo de pais e mães, gestantes e idosos.

Fontes de recursos e sustentação da casa – Segundo Wilson, as fontes de recursos são inúmeras, mas ainda insuficientes. “A nossa receita é muito variável”. A principal renda vem dos sócios – efetivos e colaboradores. Recebem muitas doações de alimentos. Possui convênios com a FASC, a SMED e com o Hospital Ernesto Dornelles, além de incentivos fiscais, pois é uma entidade filantrópica.

Outros recursos provêm de projetos sociais, da Rede Parceria Social, através de cursos de geração de renda; dos aluguéis de imóveis, a maioria proveniente de doações; do Programa Nota Solidária, onde as pessoas simplesmente podem contribuir com suas notas de compras. Além dos encartes distribuídos em jornais que são uma contribuição significativa. “Os leitores e assinantes realmente nos ajudam.”

São inúmeras as formas de poder ajudar o Instituto Espírita Dias da Cruz. “Toda a contribuição é bem vinda para a manutenção e a continuidade dos trabalhos realizado na casa”.

Horário de funcionamento da secretaria: 8:30h até 19:30h

Matéria publicada no Jornal Noticiero -edição de março/2010

Jornalista Simone Moro

Fone: 51- 32231938

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